..........................Faculdade....................
Sabemos que na faculdade o falatório de fulana é isso, ciclano é aquilo rola solto.
Existem os mais galinhas, as mais rodadas, as mais cobiçadas e os mais desejados.
Intervalo de aula, campus zero, ou boteco, cheguei na roda das mulheres da sala que estavam rindo muito, com um jornal na mão de uma celular na mão de outra falando com alguém.
Me falaram que era um garoto de programa, pra uma brincadeira de despedida de solteira.
Numa brincadeira com 100% de verdade, disse que cobrava a metade e ainda que o test drive seria de graça.
Todos demos risadas, brincamos muito tempo com isso, sempre tocávamos no assunto.
Uma das mulheres que estava no meio, era uma que diziam ser insaciável e ela mesmo comentava que saiu com tal e era fraco, saiu com fulano e era bom de cama.
Ela quem mais batia na tecla ou na brincadeira, todos brincávamos, mais nada além disso.
Fim de prova de 2º chamada, prova dificílima de bioquímica onde a galera do boteco, os festeiros estavam em peso, fomos desestressar no campus zero, onde soltei uma tiradinha perto das gatas:
- nada melhor que dar uma pra desestressar.
Ela respondeu
- Quer dar uma agora? Aquele test drive!
Todos riram com a “insaciável”, olhando pra mim esperando uma resposta.
Não tinha porque dizer não, mais fiquei apreensivo, em sacia-la, e outra sabia que iria espalhar pra faculdade inteira.
Ao chegarmos ao carro ela disse que era brincadeira e deilhe um demorado beijo o qual a encorajou-lhe ir em frente.
Fomos a um motel próximo onde ao entrar no quarto olhamos um para o outro e começamos a rir.
Conversa vai, caricias vem, quando nos demos por conta estávamos num 69 dentro da hidro, que enchia.
A felação que ela me proporcionava era nota 10, meio desespera, parecia que não via uma pica a séculos, me pediu pra gozar em sua boca, em palavras ofegantes devido as chupadas e mordidas em sua virilha e vulva, que exalava o cheiro de fêmea.
Gozei em sua boca onde a vampira não deixou uma gota se perder, antes de qualquer reação, botei-a de quatro na borda da hidro, onde a penetrei, dando algumas estocadas naquela posição e suspendendo uma perna dela colocando-a na borda, diminui o ritmo, pois reclamara estar pressionando seu útero, fui rebolando, fazendo movimentos lentos e ritmados onde a deixava mais exitada urrando, ofegante, se contorcia onde gozou e deitou no deck.
Deitei-me ao seu lado acariciando seus seios, seu rosto, seus cabelos, levantei uma de suas pernas e penetrei-a novamente, de ladinho, sem pressa nenhuma, prestava atenção em sua expressão, seus gemidos e urros que me davam mais gás ainda, que lhe proporcionou um gozo longo contorcendo-se, diminui as bombadas até quase parar ela por sua vez, curtindo seu prazer.
Ela por sua vez arrastou-me para a cama, onde penetrei-a ao tradicional, papai-mamãe, ela enlaçava minha cintura com as pernas não demorando muito levantei suas pernas, deixando-a no famoso frango assado, ela por sua vez não conseguia paras de se mexer, me puxava pra dentro de si, onde gozamos, eu tirando a camisinha pra gozar em sua barriga, peitos chegando até seu rosto.
Tomamos um banho, a hora já estava estourando.
Na manha seguinte, ao chegar na faculdade normalmente, cumprimentando os amigos inclusive ela, como se nada tivesse acontecido de diferente, e nada aconteceu.
Em dois dias, mulheres que mau me olhavam, mau sabiam que eu existia, cumprimentavam com ar diferente, com certa malícia.
Até as mulheres do turno da noite, aulas de reforço, por coincidência de bioquímica.
O meu medo tornou-se marketing, que junto à qualidade são a alma do desenvolvimento.
Existem os mais galinhas, as mais rodadas, as mais cobiçadas e os mais desejados.
Intervalo de aula, campus zero, ou boteco, cheguei na roda das mulheres da sala que estavam rindo muito, com um jornal na mão de uma celular na mão de outra falando com alguém.
Me falaram que era um garoto de programa, pra uma brincadeira de despedida de solteira.
Numa brincadeira com 100% de verdade, disse que cobrava a metade e ainda que o test drive seria de graça.
Todos demos risadas, brincamos muito tempo com isso, sempre tocávamos no assunto.
Uma das mulheres que estava no meio, era uma que diziam ser insaciável e ela mesmo comentava que saiu com tal e era fraco, saiu com fulano e era bom de cama.
Ela quem mais batia na tecla ou na brincadeira, todos brincávamos, mais nada além disso.
Fim de prova de 2º chamada, prova dificílima de bioquímica onde a galera do boteco, os festeiros estavam em peso, fomos desestressar no campus zero, onde soltei uma tiradinha perto das gatas:
- nada melhor que dar uma pra desestressar.
Ela respondeu
- Quer dar uma agora? Aquele test drive!
Todos riram com a “insaciável”, olhando pra mim esperando uma resposta.
Não tinha porque dizer não, mais fiquei apreensivo, em sacia-la, e outra sabia que iria espalhar pra faculdade inteira.
Ao chegarmos ao carro ela disse que era brincadeira e deilhe um demorado beijo o qual a encorajou-lhe ir em frente.
Fomos a um motel próximo onde ao entrar no quarto olhamos um para o outro e começamos a rir.
Conversa vai, caricias vem, quando nos demos por conta estávamos num 69 dentro da hidro, que enchia.
A felação que ela me proporcionava era nota 10, meio desespera, parecia que não via uma pica a séculos, me pediu pra gozar em sua boca, em palavras ofegantes devido as chupadas e mordidas em sua virilha e vulva, que exalava o cheiro de fêmea.
Gozei em sua boca onde a vampira não deixou uma gota se perder, antes de qualquer reação, botei-a de quatro na borda da hidro, onde a penetrei, dando algumas estocadas naquela posição e suspendendo uma perna dela colocando-a na borda, diminui o ritmo, pois reclamara estar pressionando seu útero, fui rebolando, fazendo movimentos lentos e ritmados onde a deixava mais exitada urrando, ofegante, se contorcia onde gozou e deitou no deck.
Deitei-me ao seu lado acariciando seus seios, seu rosto, seus cabelos, levantei uma de suas pernas e penetrei-a novamente, de ladinho, sem pressa nenhuma, prestava atenção em sua expressão, seus gemidos e urros que me davam mais gás ainda, que lhe proporcionou um gozo longo contorcendo-se, diminui as bombadas até quase parar ela por sua vez, curtindo seu prazer.
Ela por sua vez arrastou-me para a cama, onde penetrei-a ao tradicional, papai-mamãe, ela enlaçava minha cintura com as pernas não demorando muito levantei suas pernas, deixando-a no famoso frango assado, ela por sua vez não conseguia paras de se mexer, me puxava pra dentro de si, onde gozamos, eu tirando a camisinha pra gozar em sua barriga, peitos chegando até seu rosto.
Tomamos um banho, a hora já estava estourando.
Na manha seguinte, ao chegar na faculdade normalmente, cumprimentando os amigos inclusive ela, como se nada tivesse acontecido de diferente, e nada aconteceu.
Em dois dias, mulheres que mau me olhavam, mau sabiam que eu existia, cumprimentavam com ar diferente, com certa malícia.
Até as mulheres do turno da noite, aulas de reforço, por coincidência de bioquímica.
O meu medo tornou-se marketing, que junto à qualidade são a alma do desenvolvimento.

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